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terça-feira, 23 de julho de 2013

Garota exemplar - Gillian Flynn

Os indícios de um crime, um casamento conturbado, pessoas complicadas, verdades diferentes sobre os mesmos assuntos e uma narrativa não-linear envolvente são os ingredientes para esse romance exemplar de Gillian Flynn, com o perdão do trocadilho. É quase impossível demorar mais que uma semana com esse livro na cabeceira, de tão perturbador e intrigante que é a trama inventada pela escritora. Assim como é impossível não imaginar essa história das telas do cinema. Quanto menos você souber sobre ele, melhor, mas, mesmo assim, duvido que alguém consiga estragar a graça dos momentos finais.


Assim como "Um Dia", de David Nicholls, a forma em que o livro é organizado tem grande responsabilidade sobre o conteúdo. Cada capítulo é contado por um dos dois personagens principais: Amy, "a exemplar", e seu marido Nick. Dentro da cabeça de Nick e pelas páginas do diário de Amy, o leitor passeia por um relacionamento com problemas, como tantos outros, e, como todos eles, com dois (ou três) pontos de vista. Nada é o que parece.

Amy some de casa no dia de seu aniversário de casamento e deixa um rastro de briga e confusão na sala de estar. O marido, Nick, estava no bar, comprado com o dinheiro da rica esposa e chama a polícia assim que um vizinho o avisa. Não há corpo, não há grandes evidências, não há nada que aponte um culpado, a não ser o que se passa na cabeça de Nick, no diário de Amy, e, talvez, em um estranho jogo de caça ao tesouro. Cada um dos personagens revela, aos pouco, fatos que podem ser, ou não, cruciais para a investigação.

Enquanto lia, pensava que não podia faltar muito para que alguém resolvesse levar essa história para o cinema. E não faltava mesmo. Pelo menos nos rumores, segundo o IMDb, com Ben Affleck no papel principal, ao que parece. A trama é sempre mais legal em papel, por isso, aconselho a leitura o mais rápido possível!

1 comentários:

Raquel Linhares disse... [Responder comentário]

Li esse livro já tem uns bons meses, mas só agora lembrei de vir aqui comentar.

PERTURBADOR define bem.

Dá até um pouquinho de medo de se identificar com os personagens aqui e ali.

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