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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O Restaurante no Fim do Universo - Douglas Adams


Após passar quase 4 meses envolvida numa trama tensa e extensa (O Historiador), resolvi reler a saga do Guia do Mochileiros das Galáxias de Douglas Adams, que sempre me proporciona muitas risadas e caretas de incredulidade.

Como já postei a resenha do primeiro livro da trilogia de cinco (como o próprio autor gosta de chamar), resolvi continuar as resenhas a partir do segundo livro da saga, O Restaurante no Fim do Universo.

No último livro, Zaphod descobre que tentou esconder de si mesmo um plano, cauterizando sinapses dos seus próprios cérebros (ele possui 2). No presente livro, Zaphod é constantemente lembrado que precisa completar a sua missão, mesmo sem saber qual ela é e mesmo sem de fato querer saber do que se trata essa tal missão, o ex-presidente da galáxia recebe ordens vagas de suas memórias e acaba evoluindo na sua busca.


No meio de tanta confusão mental e por conta de um teleporte imparcial por parte do tataravó de Zaphod , os personagens acabam se separando por alguns capítulos. Zaphod é submetido ao tão temido Vórtex da Perspectiva Total (onde o condenado é obrigado a ver sua atual posição e insignificância em relação ao universo em que se encontra) e, mais tarde, indo jantar ileso no Restaurante no Fim do Universo: onde o universo sempre está na iminência de acabar numa explosão cósmica.

Após um inacreditável jantar, onde o prato principal se oferece para ser comido, e, por motivo de uma viagem no espaço-tempo não prevista, Arthur e Ford acabam voltando para o planeta Terra, 2 milhões de anos antes dela ser destruída pelos vogons para a construção de uma via expressa hiperespacial. Além de sofrer o desconforto em mais uma viagem no tempo, Arthur descobre a verdadeira e insólita origem da espécie homo sapiens, desvendando o mistério do Elo Perdido.

Vale lembrar que a escrita de Douglas Adams que realmente conquista os leitores, não a história (absurda) em si. Sua narrativa é fantástica, cheia de críticas pertinentes envoltas no tão conhecido humor britânico. Sem dúvida, meu autor preferido.

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